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CIsto é o que se chama literalmente de retorno do reprimido. Em Dezembro de 2025, durante o AmericaFest, o maior encontro do movimento Trumpista no Arizona, os debates foram muito acesos sobre o apoio a Israel, com alguns defendendo o apoio incondicional de facto ao Estado judeu, outros opondo-se à prioridade absoluta a ser dada aos interesses americanos. Mantendo a linha de frente, o comentarista Ben Shapiro foi imediatamente questionado sobre uma tragédia que ocorreu antes do nascimento da maioria dos participantes desta convenção: o ataque israelense pela força aérea, depois pela marinha, em 8 de junho de 1967, na costa de Gaza, a partir de USS Liberdade – um navio de inteligência americano – que deixou 34 mortos e 172 feridos, antes de ser atribuído a um “acidente” para preservar as excelentes relações entre os dois países.

Uma mudança estratégica

O grande aliado de Israel durante as primeiras duas décadas da sua história foi a França, que forneceu ao Estado judeu a maior parte do seu arsenal e até lhe transferiu tecnologia nuclear. Os Estados Unidos, porém, preocupados com o aventureirismo militar de Israel, puseram fim à sua ofensiva de 1956 contra o Egipto e obtiveram a evacuação incondicional da Faixa de Gaza.

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