O norueguês Atle Lie McGrath, após o slalom dos Jogos Olímpicos, 16 de fevereiro de 2026 em Bormio (Itália).

Depois da euforia do fim de semana, marcado pelo recorde de medalhas dos Blues no biatlo nas Olimpíadas de Inverno, a delegação francesa voltou repentinamente à terra na segunda-feira, 16 de fevereiro. Em Bormio, os três franceses que disputavam o slalom masculino foram eliminados, um a um, de uma prova marcada por inúmeras provas fora de pista.

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As esperanças estavam focadas principalmente em Clément Noël, detentor do título, e Paco Rassat, duas vitórias na Copa do Mundo neste inverno. O segundo partiu sob grossos flocos de neve, mas passou pelos primeiros portões. Se Clément Noël tivesse um primeiro round honesto, terminando em 7ºe posição, ele, por sua vez, montou durante a segunda, vendo suas esperanças de uma dobradinha desaparecerem, após sua coroação em Pequim 2022. E o esqui alpino masculino tricolor retornará de mãos vazias das Olimpíadas de 2026.

No final das contas, foi o suíço Loïc Meillard, de 29 anos, quem conquistou seu primeiro título olímpico (1 min 53 s 61), à frente do austríaco Fabio Gstrein (1 min 53 s 96) e do norueguês Henrik Kristoffersen (1 min 54 s 74). Um triunfo total para o esquiador suíço, depois da medalha de prata no combinado alpino e do bronze no slalom gigante.

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Eliminado da segunda rodada depois de ter conseguido o melhor tempo na primeira, o norueguês Atle Lie McGrath deu a Bormio a imagem do dia, ao balançar os bastões no ar e depois cruzar a pista a pé para se isolar na beira da floresta.

Num dia marcado por fortes nevascas, tendo perturbado algumas provas – como a final do salto de esqui por equipas masculinas, ou a do big air, no esqui estilo livre feminino –, as francesas pouco se destacaram.

A consagração dos Países Baixos em curta distância

Na patinação de velocidade, Cloé Ollivier, a única francesa competindo nas quartas de final dos 1.000m, não conseguiu levar vantagem sobre as concorrentes e terminou em último na bateria. Apesar da eliminação, a patinadora de Quebec quis destacar seu progresso: “ Foi muito complicado manter distância e criar velocidade: queremos atacar, mas não vemos muito e não é fácil (…) Ainda há trabalho a ser feito, mas cada vez chego um pouco mais perto do nível desejado”ela disse A equipe.

Com 13 medalhas olímpicas conquistadas desde os Jogos Olímpicos de… Turim em 2006, a italiana Arianna Fontana era a favorita do público para a final da pista curta. Mas foi mais uma vez a holandesa Xandra Velzeboer quem venceu, após o título dos 500m. Com quatro medalhas de ouro em tantas provas individuais de patinação de velocidade, o Laranja confirmar seu controle sobre a disciplina em Milão.

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