A partir da esquerda, o enviado especial dos EUA Steve Witkoff, o conselheiro de política externa do Kremlin, Yuri Ushakov, o enviado especial de Vladimir Putin, Kirill Dmitriev, e o genro de Donald Trump, Jared Kushner, antes de seu encontro com o presidente russo no Kremlin, em Moscou, em 22 de janeiro de 2026.

Nos bastidores das negociações entre Estados Unidos, Ucrânia e Rússia, que decorreram sem resultados em Genebra, terça-feira, 17 de fevereiro, e quarta-feira, 18 de fevereiro, outras discussões, mais consensuais, decorreram em paralelo entre o Kremlin e a Casa Branca. Presente no hotel InterContinental de Genebra, Kirill Dmitriev, chefe do fundo soberano russo, braço direito de Vladimir Putin, conversou com os emissários pessoais de Donald Trump, Steve Witkoff e Jared Kushner.

Os três homens se conhecem bem, já se viram nove vezes nos últimos meses, nos Estados Unidos, na Rússia e nos Emirados Árabes Unidos. Chamado de “canal económico”, o seu grupo de trabalho visa desenvolver uma grande parceria entre os dois países. Com, como resultado, a promessa de suspender ou aliviar algumas das sanções americanas actualmente em vigor contra a Rússia. O futuro acordo permitirá a Moscovo pôr fim ao seu estatuto de pária financeira, enquanto o presidente americano poderá apresentar resultados antes das eleições intercalares marcadas para Novembro nos Estados Unidos.

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