O presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, em Aylesbury, Reino Unido, 18 de setembro de 2025.

O que resta da “relação especial” entre o Reino Unido e os Estados Unidos, esta estreita aliança militar formada após a Segunda Guerra Mundial, que até agora serviu de bússola para a política externa britânica? Até recentemente, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, conseguiu preservá-lo, mas a tensão aumentou vários níveis entre Washington e Londres desde a entrada na guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, no sábado, 28 de fevereiro.

Terça-feira, 3 de março, Donald Trump atacou o líder trabalhista, a quem acusa de ter inicialmente recusado a utilização de bases militares britânicas a caças, bombardeiros ou navios norte-americanos, em particular o de Diego Garcia, no arquipélago de Chagos, no Oceano Índico. Durante uma conferência de imprensa no Salão Oval, na presença do chanceler alemão Friedrich Merz, o presidente americano disse “infeliz com o Reino Unido”. Ele acrescentou: “ Não é com Churchill que estamos lidando.”o que implica que Keir Starmer não tem a estatura do líder que orquestrou a resistência britânica à Alemanha nazista.

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