No aparelho BFM-TV, noite do segundo turno das eleições municipais, em Paris, 22 de março de 2026.

No final da segunda volta das eleições municipais, que se realizaram no domingo, 22 de março, em 1.526 municípios (sem contar a Polinésia Francesa e os distritos das três maiores cidades do país), surge uma paisagem de claro-escuro para cada uma das forças políticas do país. No geral, a tradicional divisão esquerda-direita marcou novamente muitas eleições locais este ano. No entanto, a vida política local também sofre as consequências das transformações que afectam as famílias partidárias nacionais.

O Movimento Nacional (RN) não conseguiu conquistar as grandes cidades que o movimento de extrema direita cobiçava. A retenção no segundo turno da candidata de direita Martine Vassal, em Marselha, e a desistência da candidata La France insoumise provavelmente eliminaram qualquer chance de vitória do RN na cidade mediterrânea. Em Toulon, a sua candidata, Laure Lavalette, que se tornou um símbolo das ambições do RN, não conseguiu vencer o presidente cessante (diversa direita) Josée Massi, que venceu este duelo com 52,35% dos votos. O mesmo cenário em Nîmes ou Narbonne (Aude).

Você ainda tem 86,96% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.

Fonte

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *