O novo Ministro da Justiça em exercício, Todd Blanche, e Pam Bondi, então Ministra da Justiça, em Washington, 15 de janeiro de 2026.

As coisas agora estão claras. Desde quinta-feira, 2 de abril, o ex-advogado pessoal de Donald Trump, Todd Blanche, é o Ministro da Justiça em exercício. A confusão entre registos, prioridades pessoais e interesse público parece assim completa. Até agora ocupando o segundo lugar, ele sucede, nesta função-chave de procurador-geral dos Estados Unidos, a Pam Bondi.

Através de uma mensagem na sua rede Truth Social, Donald Trump anunciou a saída desta última, a segunda mulher de alto escalão a ser destituída, depois de Kristi Noem, ex-secretária de Segurança Interna, ter sido demitida em 5 de março. “Nós amamos Pam”disse o presidente americano, chamando-o “grande patriota” e“amigo leal”antes de desenhar sua transferência para o setor privado, sem detalhes.

Por trás desta apresentação amigável, a realidade é a frustração presidencial. Os rumores de uma demissão da ex-promotora da Flórida vinham se intensificando há meses, alimentados em particular por uma parcela de influenciadores online do mundo MAGA (“Make America Great Again”), um ecossistema que a considera desde o início como um elemento denunciado e indesejado, após o fracasso da primeira escolha de Donald Trump para este cargo: o representante da Flórida, Matt Gaetz, cujo nome havia sido retirado devido a escândalos sexuais com menores.

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