Bahram Beyzaï usando o vestido de formatura da universidade na Universidade de St Andrews, Escócia, em 22 de junho de 2017.

Bahram Beyzaï, escritor, diretor e diretor iraniano, morreu sexta-feira, 26 de dezembro, nos Estados Unidos, em seu 87º aniversário. Por mais de seis décadas, ele tem sido uma das figuras-chave na escrita, dramaturgia, direção e pesquisa, especialmente em torno de histórias religiosas xiitas e da mitologia persa.

Ao longo da sua carreira, Bahram Beyzaï encontrou a censura dos regimes em vigor, mas a sua arte opôs-se constantemente ao apagamento de vozes marginais. Esta situação continuou até à sua saída definitiva do Irão em 2010, após a apresentação da sua peça O assassinato de Sohrab foi cancelado porque ele não concordou em excluir certas passagens a pedido do Ministério da Cultura e Orientação Islâmica. Radicado nos Estados Unidos, lecionou no departamento de estudos iranianos da Universidade de Stanford, na Califórnia. Um afastamento que ele nunca apresentou como uma escolha inteiramente livre. Apesar do exílio, continuou a escrever, ensinar e dirigir, afirmando que seu universo intelectual não estava prisioneiro de uma geografia.

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