Foi há um ano. Neste sábado, 14 de dezembro de 2024, no pavilhão da família em Ghyvelde (Norte), o dia começou normalmente. Paul D. almoçou com os pais e o irmão, três anos mais novo. À tarde, os primeiros foram às compras. Eles tiveram que substituir o fogão a gás. Quando voltaram, o filho mais velho não estava mais lá. Eles não ficaram surpresos. Nas tardes de sábado, Paul D. vai ao campo de tiro de Leffrinckoucke, à beira do Mar do Norte, a menos de dez quilômetros de distância. Desta vez, porém, ao volante do seu Kangoo, no qual deixou cinco armas, ele mudou de rota. No espaço de apenas uma hora, este jovem de 22 anos, que nunca tinha lutado e nunca tinha sido falado, executaria cinco pessoas. O mundoque pôde ler a investigação criminal, volta a este assassinato em massa.
Paul D. estava pensando em sua ação há duas semanas. Seguindo o plano que traçara, dirigiu-se ao antigo patrão, onde tinha assinado um contrato a termo certo no verão anterior, como camionista. Ele estacionou em frente à casa e buzinou até que o gerente de 29 anos saiu, acordado de seu cochilo. Os dois homens não falaram. Paul D. sacou uma espingarda calibre 12 de seu carro e atirou. Seu ex-chefe correu em direção à sua casa, onde estavam sua companheira e dois filhos pequenos, antes de desabar no pátio após o segundo tiro. Paul D. então pegou outro rifle de grande calibre. Ele atirou novamente, diversas vezes, aproximando-se do alvo. “É você que eu quero, não sua família”disse ele, antes de finalizar sua vítima com um tiro na cabeça.
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