O Ministério das Forças Armadas e o Ministério da Economia reuniram-se quinta-feira, 9 de abril, na Escola Militar, no 7ºe distrito de Paris, cerca de uma centena de banqueiros e empresários para fazer um balanço do apelo à mobilização das finanças francesas a favor do setor da defesa, lançado em março de 2025. No palco, Nicolas Dufourcq, diretor-geral do banco público de investimento Bpifrance, está lá para elogiar o Bpifrance Défense, o fundo de private equity (capital privado). Medida emblemática das ambições do governo, este produto de poupança, reservado a particulares, irá adquirir participações no capital de empresas de armamento e de cibersegurança.
Desde o seu lançamento em meados de outubro de 2025, o fundo “arrecadou 70 milhões de euros e está a crescer muito rapidamente, alguns milhões de euros por dia. Portanto, é muito, muito bom”avalia o banqueiro. Mas, no fundo, nos sentimos tristes. “Veja, disse a mim mesmo, reunimos na sala todo o ecossistema daqueles que querem que isto funcione. Poderiam levantar a mão, aqueles que subscreveram o fundo Bpifrance Défense? »pergunta o Sr. Dufourcq. Inquietação na plateia, todos olhando para os pés ou para o vizinho.
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