Estamos entrando no “apocalipse SAAS”? Sempre rápidos em cunhar neologismos económicos, os analistas e os meios de comunicação norte-americanos nomearam assim o possível fim do modelo de software como serviço (“software como serviço”), aplicativos empresariais hospedados on-line e usados em quase todos os negócios, para gerenciar todos os tipos de funções e tarefas administrativas. Estas últimas correm o risco de serem substituídas por ferramentas de inteligência artificial (IA), de acordo com este raciocínio, no entanto, debatido.
Um prenúncio deste Armagedom de software: o anúncio, a 30 de janeiro, das novas funcionalidades do Claude, a ferramenta de IA da start-up Anthropic, desencadeou um tsunami no mercado de ações que transportou quase 300 mil milhões de dólares (253 mil milhões de euros) em valorização para players como Salesforce, SAP, Oracle, Adobe, ServiceNow, Intuit, Tyler, Zendesk, etc. desde outubro de 2025. E o seu rácio preço/lucro está abaixo da média apenas pela segunda vez em trinta anos, observa o Tempos Financeiros.
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