No stand da multinacional chinesa Huawei, durante a feira VivaTech, dedicada a startups e inovação tecnológica, em Paris, 11 de junho de 2025.

Na zona industrial de Brumath (Baixo Reno), localizada a cerca de vinte quilómetros a norte de Estrasburgo, a nova fábrica do fabricante chinês de equipamentos de telecomunicações Huawei domina a paisagem. Entregue em setembro pela Bouygues Construction, este complexo de 8 hectares, incluindo cerca de 52 mil metros quadrados de edifícios, deverá começar a produzir antenas 3G, 4G e 5G para operadoras de telecomunicações no início de 2026.

Um projecto importante para a comunidade urbana de Haguenau, onde se situa a zona industrial: além da venda do terreno, que rendeu 3 milhões de euros, a fábrica poderá empregar 300 funcionários e até 500 no longo prazo, incluindo um grande número de engenheiros.

Mas este projeto corre o risco de não ter sucesso. Segundo duas fontes familiarizadas com o assunto, a gigante chinesa das telecomunicações está a ponderar pôr fim ao assunto, embora ainda não tenha sido tomada uma decisão final. Huawei está em pleno andamento “questionando” sobre o funcionamento do site, explica uma fonte.

A segunda ainda menciona a possibilidade de o site ser revendido: segundo ela, o grupo chinês consideraria “nomear uma agência imobiliária” para encontrar um comprador. Vida diária Últimas notícias da Alsáciaque também relata as dúvidas do fabricante de equipamentos de telecomunicações em artigo publicado sexta-feira, 31 de outubro, desperta o interesse de uma gigante americana de TI pelo site, mas também de players regionais. Contactada, a Huawei não respondeu aos nossos pedidos.

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