Lançadores de mísseis Patriot em uma base militar dos EUA em Pyeongtaek, Coreia do Sul, 8 de março de 2026.

Na guerra travada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão, a quantidade de munições disponíveis para ambos os lados é sem dúvida o segredo mais bem guardado. Dados sensíveis por excelência, estão no centro da estratégia dos adversários, sendo os objectivos militares e políticos alvejados parcialmente moldados pelos dados desta equação: após duas semanas de ataques, quantos mísseis e drones ainda tem Teerão para atacar os seus adversários e os seus aliados? E, por outro lado, durante quanto tempo poderão os países do Golfo e Israel proteger-se?

Mesmo antes do início da ofensiva, os militares começaram a fazer um balanço, preocupados com uma guerra que duraria demasiado tempo e esgotaria os stocks de interceptadores já esgotados pelas anteriores ofensivas iranianas. Depois da “guerra dos doze dias”, em Junho de 2025, as reservas de mísseis Arrow, que permitem aos israelitas interceptar mísseis balísticos a altitudes muito elevadas, foram consideravelmente reduzidas, segundo diversas fontes militares. E nenhuma operação poderia ter sido lançada antes da chegada de reforços americanos, com a entrega de sistemas de defesa e munições, tanto para proteger Israel como os países do Golfo.

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