É difícil ser ouvido diante do orgulho nacional em sediar os Jogos Olímpicos de Inverno (JO) em Milão-Cortina e da história do Norte da Itália alinhada atrás dos anéis olímpicos. Lá estão, porém, os descontentes: ambientalistas, cidadãos preocupados com a opacidade dos gastos públicos, ou comerciantes obrigados a baixar a cortina durante o evento – cujos primeiros testes começaram na quarta-feira, 4 de fevereiro, um dia antes do início oficial. As manifestações estão previstas entre 5 e 8 de fevereiro. Foco em sete famílias de opositores.
1- Ambientalistas. As palavras são duras, sem ambivalência. “Nossa observação é um fracasso total”explica a Mundo Luigi Casanova, presidente da filial italiana da organização não governamental (ONG) Mountain Wilderness. “A preservação da montanha está totalmente ausente [du projet des Jeux]insiste o Sr. Casanova. Aplicámos políticas de planeamento da década de 1970, ignorando as alterações climáticas. Tentámos tudo para que os nossos argumentos fossem ouvidos, mas não houve diálogo possível. » A tal ponto que ONGs, inclusive a sua, rapidamente abandonaram as discussões com os organizadores, preferindo produzir um relatório que mensure os impactos ambientais do evento.
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