Estudos, com que finalidade? Um estranho vento “anti-estudo” sopra sobre a tecnologia em São Francisco (Califórnia). Arbaaz Mahmood é o símbolo disso: preferiu desistir do doutorado em uma das universidades mais prestigiadas do país para lançar sua start-up de inteligência artificial (IA) especializada em vendas de automóveis, a Polycomputing. “Se o meu projeto for o certo, não adianta atuar diante de um júri de professores, você tem que construir o seu protótipo”afirma o jovem empresário de origem paquistanesa, que acrescenta duas razões para a sua escolha: “Eu tinha pedido um doutorado [doctorat] em física nuclear e eu tinha biofísica. » Sobretudo, “ [il] desejado[t] ficar nos Estados Unidos. Inicie a inicialização [lui] permitido ter visto 01 »explica, aquele reservado a candidatos excepcionais.
Sua escolha foi feita num contexto de decepção com o ensino superior. “Quando vim do Paquistão para os Estados Unidos, era para mim o símbolo da liberdade. Mas o “wokismo” estava em toda parte, a liberdade de expressão não existia. Isso me convenceu a entrar no mundo das startups, onde você pode dizer coisas politicamente incorretas. Os estudos acadêmicos tendem a ser normativos, enquanto este mundo deveria ter um pensamento transgressor, mas isso não acontece”afirma Mahmood, que ainda assim defende os estudos. “Jovens deve ir para a universidade porque as humanidades são as mais importantes. Tendemos a ter pessoas com formação técnica, mas politicamente analfabetas. “É uma das consequências do abandono escolar.”ele acredita.
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