Sophie Binet, secretária-geral da CGT, em Paris, 24 de setembro de 2025.

Mais uma vez, a CGT sentiu-se obrigada a colocar um ponto no “i” com Jean-Luc Mélenchon. Em 13 de janeiro, a segunda maior organização de trabalhadores francesa elaborou um “declaração de atenção” do líder do La France Insoumise (LFI) para censurá-lo pelos comentários que havia feito, cinco dias antes, a Sophie Binet, secretária-geral da central.

O texto chama a atenção, tanto pelo tom extremamente vigoroso que é utilizado, quanto pelos métodos de sua elaboração: é a direção ampliada do sindicato – o “comissão executiva confederal”na língua da casa – que o adotou, por unanimidade menos um voto contra, segundo duas fontes internas. Ele castiga um “ataque” de uma vez “infundado” E “totalmente escandaloso” do líder de esquerda.

Na origem deste novo surto de febre está um comentário publicado na rede social “Discordando formalmente da declaração de Sophie Binet em nome da CGT denunciando as violações dos direitos humanos sob a autoridade de Maduro e abandonando a exigência de libertação imediata do presidente venezuelano”ele declara.

Você ainda tem 75,18% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.

Fonte

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *