Mike, policial municipal, monitora o entorno do shopping Basílica, em Saint-Denis, em busca de comerciantes informais de cigarros e remédios, segunda-feira, 15 de dezembro de 2025.

Pistola 9 milímetros na cintura, bastão telescópico no cinto, colete tático escuro. Polícia municipal ou nacional? À distância, é difícil decidir. Também de perto, o logotipo GSP nas costas não ajuda. GSP, como “grupo de segurança de proximidade”, da polícia nacional? Não, o GSP como “grupo de segurança e proximidade”, unidade criada muito mais recentemente pela polícia municipal de Saint-Denis (Seine-Saint-Denis).

Com este colete, os três polícias municipais que patrulham esta tarde de dezembro dão corpo a esta confusão. Ao lado de Rémy, 38, que chegou há três anos depois de trabalhar em Paris, Rudy, 42, ex-policial nacional, e Mike, 28, ex-soldado (nenhum quis informar o sobrenome). Na rua comercial Gabriel-Péri, perambulam, confiscam maços de cigarros vendidos na rua, param as scooters elétricas proibidas na zona pedonal e desalojam as almas que lutam e ficam presas em scooters velhas, de lata na mão, que vão aterrar algumas dezenas de metros mais adiante.

Você ainda tem 81,89% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.

Fonte

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *