O CEO da Apple, Tim Cook, à margem do Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, em 21 de janeiro de 2026.

Durante vários meses, Wall Street olhou para a Apple com um toque de comiseração. A empresa fundada por Steve Jobs, que comemora 50 anos na quarta-feira, 1er Abril, tinha perdido a revolução da inteligência artificial (IA). Como se já não pudesse vender “apenas” os seus produtos tradicionais, os seus iPhones, que cobram uma fortuna aos consumidores, o que em 2025 lhe permitiu colher 112 mil milhões de dólares (97,30 mil milhões de euros) de lucros depois de impostos para um volume de negócios de 416 mil milhões de dólares. Porém, em 2011, a marca lançou seu chatbot Siri, mas desde então a ferramenta estagnou e luta para se atualizar.

Um aniversário um tanto triste para uma empresa que tantas vezes revolucionou: em 1984, quando inventou o computador desktop Macintosh; em 2001, quando foi criado o iPod, que permitiu ter “1.000 músicas no seu bolso” ; e principalmente o iPhone, em 2007, que lançou a era dos smartphones. Estas foram as décadas de Steve Jobs, que morreu de cancro no pâncreas em 2011, aos 56 anos, marcadas pelo confronto com o fundador da Microsoft, Bill Gates.

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