
Na linha da frente, o poder militar depende da gestão de combustível. Gasolina, diesel, querosene são essenciais para alimentar os equipamentos e levar as máquinas ao coração do campo de batalha. A logística de combustível é essencial e permanece vulnerável a ataques inimigos.
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Para superar esta restrição, a agência americana de pesquisa de defesa (Darpa) lançou o projeto Relé de energia sem fio óptico persistente (Poder). A ideia é transmitirenergia elétrico através de O músicas para alimentar máquinas e, em particular, drones, ou mesmo aeronave pequenas áreas habitadas. Para responder a isso, a agência acaba de publicar um edital denominado “Prad”, para Demonstração do conjunto de receptores de energia.
Nas especificações, os militares exigem um demonstrador de uma tecnologia de transmissão energia por laser. Isso viria do céu graças a uma malha criada em grandes altitudes (18.300 metros). O sistema deve ser capaz de transmitir cerca de 10 kW de eletricidade para máquinas ou equipamentos até uma distância de cerca de 200 quilômetros. São, portanto, as aeronaves as responsáveis pela constituição desta rede aérea. Seria composto por três aviões ou drones que transmitiriam uma fonte de energia do solo. A aeronave deverá retornar os feixes para um receptor remoto, presente no solo. Este último seria equipado com células fotovoltaicas para coletar o feixe e transformá-lo em eletricidade.
Emita 50 kW para gerar 10 kW
Transmissão de energia por feixe laser em longas distâncias não é novidade. A Darpa já havia realizado projetos voltados à transmissão de energia do solo para drones. A vantagem do projeto Power é que em caso de avariacombustíveis fósseisestá no velocidade da luz que a rede poderia tornar possível manter a resiliência.
Enquanto aguarda a implantação desta rede, a Darpa deseja provar a sua viabilidade e eficácia com testes no terreno. No momento, é a empresa RTX Raytheon que está desenvolvendo um primeiro receptor. Em última análise, a empresa pretende criar a sua rede a partir de um transmissor laser de 50 kW, para transmiti-la em três relés aéreos retransmitindo a energia com uma potência de 10 kW para o receptor terrestre. Para os primeiros testes, a aeronave retransmissora poderia ser os drones RQ-4 Global Hawk.