A Amazon está acelerando seu projeto de Internet via satélite. Renomeada como “Amazon Leo”, a rede parece pronta para atingir o público em geral com mais de 100 satélites já em órbita.

Há três anos, a Amazon assinou o lançamento do Kuiper, seu ambicioso projeto de Internet via satélite. Destinado a seguir os passos do Starlink, o projeto, anunciado há sete anos, começa a tomar forma. O grupo americano já colocou em órbita mais de 100 satélites. Num horizonte mais ou menos longo, a constelação de Kuiper deve contar com 3.236 satélites.

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Este é Leo, a Internet via satélite da Amazon

À medida que o projeto avança, a Amazon decidiu renomear a iniciativa. A multinacional decidiu optar por um nome um pouco mais vendedor para o público em geral, Amazon Leo. Como a Amazon explica em um comunicado à imprensa, este é um “uma homenagem à constelação de satélites em órbita baixa da Terra” que compõe sua rede. Em inglês, os satélites localizados na órbita baixa da Terra são referidos como “órbita terrestre baixa”. A sigla deste título dá LEO.

Como lembrete, o nome Kuiper referia-se ao Cinturão de Kuiper, um anel de asteróides localizado na periferia do nosso sistema solar. Quando a equipe da Amazon começou a projetar sua rede de comunicações via satélite, há sete anos, precisava de um codinome. Este nome permaneceu durante as fases iniciais do projeto, como licenciamento ou protótipos. É apenas um codinome, pouco adequado para comunicação com o público em geral.

Lançamento iminente?

Amazon diz que está pronta para adotar “uma identidade mais permanente” para o seu futuro serviço de Internet via satélite. A mudança para o “Amazon Leo” mostra que o projeto está amadurecendo e se aproximando do lançamento. Porém, a gigante americana não dá mais informações sobre a data de lançamento do Leo. A empresa indica que pretende “implantar o serviço quando tivermos adicionado mais cobertura e capacidade à rede”.

A última novidade é que a Amazon poderá oferecer o serviço nos próximos meses, por volta do final do ano ou mesmo no início do próximo. Para que conste, a França está entre os primeiros países que poderiam beneficiar do serviço. Na verdade, a Arcep autorizou oficialmente a sua implantação.

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