A ministra da Saúde vai iniciar um “movimento massivo” de simplificação administrativa, anunciou esta segunda-feira, num contexto de incerteza quanto às intenções do governo sobre uma possível reforma das agências regionais de saúde (ARS).

“A partir desta semana, estou a iniciar um movimento massivo para simplificar a nossa administração de saúde”, declarou Stéphanie Rist na RTL.

Este projeto “responde ao que disse o primeiro-ministro Sébastien Lecornu”, disse ela.

Lecornu considerou necessário na sexta-feira realizar uma “reforma profunda” das agências regionais de saúde (ARS). Estas organizações, que reportam ao Ministério da Saúde, são responsáveis ​​pela implementação da política nacional de saúde a nível local.

A Sra. Rist enviou imediatamente uma carta aos directores da ARS, assegurando que não se tratava de “desmantelá-los”, mas sim de torná-los as “armas armadas” do ministério.

O ministro, no entanto, sugeriu na segunda-feira que era desejável retirar certas prerrogativas da ARS, citando um caso em que uma dessas agências se opôs à decisão dos eleitos locais de instalarem um dispositivo de imagiologia médica no seu território.

“Quando os departamentos, quando os representantes eleitos dos territórios consideram que é necessário fazê-lo (e) que têm o financiamento por perto, não cabe à administração central dizer + está autorizado ou não +”, declarou a Sra.

“Precisamos de uma administração de saúde forte, mas focada na sua atividade principal”, concluiu, sem dar detalhes concretos sobre as medidas previstas.

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