Este artigo foi retirado da revista mensal Sciences et Avenir n°945, de novembro de 2025.

Até agora consideradas microalgas dormentes, as diatomáceas presas no gelo do Ártico são, na realidade, muito ativas. Foi o que uma equipe de pesquisadores da Universidade de Stanford (Estados Unidos) trouxe à luz, por meio de publicação publicada na revista Anais da Academia Nacional de Ciências (PNAS).

Diatomáceas deslizam no gelo usando uma “corda”

Assim como os patinadores, eles deslizam nos microcanais da matriz de gelo graças a uma secreção de muco que usam como uma “corda” para se impulsionarem por meio de motores moleculares. Esta capacidade, ausente nas diatomáceas temperadas, é exercida até -15°C, a temperatura mais baixa alguma vez registada para o movimento de uma célula complexa.

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