
Em “Michael” de Antoine Fuqua, um ator muito famoso maquiado aparece para uma sequência. Ele também participou de “Bohemian Rhapsody”. Explicações.
As cinebiografias Michael e Bohemian Rhapsody têm muitos pontos em comum. Eles compartilham o mesmo produtor, Graham King, e cada um está interessado em uma lenda da música, Michael Jackson de um lado e Freddie Mercury do outro. Outro detalhe aproxima os dois filmes: a aparição de um ator irreconhecível para uma sequência.
Em Michael, o astro pop e seu agente John Branca vão à CBS para se encontrar com o presidente, Walter Yetnikoff. Este último é interpretado por Mike Myers – famoso intérprete de Austin Powers –, camuflado sob próteses.
O patrão liga para o diretor da MTV para convencê-lo a transmitir o clipe Billie Jean por Michael Jackson. Se o cantor se tornou, alguns anos depois, o rei do canal de música, este inicialmente recusou-se a transmitir seus vídeos sob o pretexto de que não transmitia artistas negros. Walter Yetnikoff ameaçou então retirar todos os seus clientes, artistas importantes, caso seu pedido não fosse aceito.
A conexão com Bohemian Rhapsody
Mike Myers também estrela Bohemian Rhapsody. Ele aparece mais uma vez disfarçado de Ray Foster, diretor da gravadora EMI. Nessa cena, bastante parecida com a de Michael, o chefe conhece os integrantes do grupo e não acredita no potencial dele. “Ninguém vai interpretar Queen!”, garante ao grupo.
A sequência é uma homenagem à cena cult do filme Wayne’s World, em que Mike Myers, entre outros, discursa sobre o título Bohemian Rhapsody em um carro.
Michael, atualmente nos cinemas