Imagem retirada do documentário “Le Cas Meloni”.

FRANÇA 5 – DOMINGO, 26 DE ABRIL ÀS 21h10. – DOCUMENTÁRIO

Primeira mulher a liderar a Itália, a presidente do conselho Giorgia Meloni preocupa e intriga. Também inspira documentaristas. Depois Giorgia Meloni e o Clã Gaivota, produzido em 2024 e transmitido pela Arte no início do ano, O caso Meloni parece destinado a assumir o poder, abrindo-se à sua ascensão ao poder, em outubro de 2022, após o sucesso eleitoral (em 25 de setembro) do seu partido pós-fascista Fratelli d’Italia. “Deveríamos ter medo? »pergunta a narradora Anne Rodier.

Para responder a esta questão, o filme não pode evitar um regresso à ascensão da mulher política, mas sim através de uma abordagem original. A primeira parte do filme abre com uma viagem na Vespa da autora Anna Bonalume pelas ruas de Roma, encontrando antigos moradores do bairro operário de Garbatella, onde tudo “pode ter” começado.

Com o apoio da apresentadora italiana Myrta Merlino, o filme tenta uma explicação psicológica do comprometimento da adolescente Giorgia. Zombada na escola, por exemplo, ela teria buscado ingressar em um clã: será o partido neofascista MSI (Movimento Social Italiano) aos 15 anos, em 1992. Da mesma forma, o filme explica sua necessidade “homens fortes [qui] tornar-se sua referência »de Benito Mussolini ao “extravagante” Sylvio Berlusconi, passando por Gianfranco Fini, fundador do partido Alleanza Nazionale (1995-2009) e seu mentor.

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