A Ministra da Transição Ecológica, Monique Barbut, durante conferência de imprensa organizada no âmbito do G7 ambiente, em Paris, 24 de abril de 2026.

No final dos dois dias de discussões do G7 Ambiente, que decorreram na quinta-feira, 23 de abril, e na sexta-feira, 24 de abril, em Paris, no âmbito da presidência francesa, a ministra da Transição Ecológica, Monique Barbut, elogiou muito a conclusão obtida. “No contexto de desafio ao multilateralismo ambiental que conhecemos, consideramos estes resultados excepcionais “, vangloriou-se o ex-presidente do Fundo Mundial para a Natureza (WWF) durante uma conferência de imprensa.

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Foram adotadas seis declarações conjuntas sobre os temas da segurança e do ambiente, do financiamento da biodiversidade, do oceano, da água, da saúde ambiental e da resiliência do setor imobiliário às catástrofes naturais. Um texto final resume tudo. Esta conclusão valida, segundo Monique Barbut, “relevância” da abordagem do governo a que pertence, que “focado antes de tudo na preservação da unidade do G7 porque este órgão deve continuar a ser um espaço de diálogo, independentemente das alternâncias políticas”. “Tratou-se sobretudo de uma questão de intercâmbio de boas práticas”suspira um observador do mundo ambiental.

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