Uma imagem de satélite mostra a fumaça de um incêndio, após ataques de drones a uma instalação petrolífera russa no porto de Tuapse, no Mar Negro, em Krasnodar Krai, Rússia, em 16 de abril de 2026.

Um vulcão artificial. Desde segunda-feira, 20 de abril, uma imensa coluna de fumaça negra subiu como um leque no céu sobre Tuapse, um porto russo no Mar Negro. Atingido por drones ucranianos, o quarto terminal petrolífero do país tem ardido continuamente desde então. Impulsionada pelo vento offshore, a nuvem de fumaça se estende até 300 quilômetros para o interior, conforme confirmado por fotos de satélite.

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“O fogo, que parecia queimar metade do céu, era uma visão assustadora. Eu queria ir embora, fugir, ir o mais longe possível, diz um morador, na rede social russa VKontakte. Também soubemos que houve um derramamento de óleo. Foi tão triste que fiquei com lágrimas nos olhos. »

Quatro tanques do terminal foram afetados pelas chamas. De acordo com dados logísticos da gigante petrolífera russa Rosneft, os tanques estavam 75% a 85% cheios antes do ataque. Assim, tendo em conta a capacidade dos reservatórios, entre 30 mil e 50 mil toneladas de produtos refinados (principalmente nafta e gasóleo) foram consumidas ou perdidas na sequência das greves.

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