Funcionários em greve na fábrica da Stellantis em Poissy (Yvelines), 23 de abril de 2026.

Uma semana após o anúncio do fim das atividades de montagem nas instalações da Stellantis em Poissy (Yvelines), em 2028, e da reconversão desta para outras atividades industriais, os trabalhadores da indústria automóvel e das áreas económicas irrigadas por este setor mobilizaram-se, quinta-feira, 23 de abril, a pedido de três sindicatos – a CGT, o SUD e a UNSA.

Mais de 300 pessoas reuniram-se pela manhã na praça em frente à Câmara Municipal, antes de marcharem até aos portões da fábrica, ao pé do Green Campus, a nova sede da Stellantis France. Aos funcionários e subcontratados do grupo juntaram-se defensores de outras localidades, como os da Stellantis em Caen ou da Renault em Flins (Yvelines), mas também ferroviários e agentes do setor médico-social.

Quando um emprego industrial é eliminado, a área perde outros três empregos »lembra Matthieu Bolle-Reddat, secretário-geral do sindicato departamental CGT de Yvelines. Contudo, a mobilização não é simples. Na indústria automobilística, os funcionários estão especialmente preocupados em negociar boas condições de partida. De momento, temos muito pouca informação, para além do facto de um plano de saída voluntária deverá começar em Outubro”.explica Jean-Pierre Mercier, delegado do SUD.

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