
Você tem que admitir! Quando descobrimos Sabrina no videoclipe da música Meninos (amor de verão) – um clipe que a cantora admite odiar – mais de um homem sucumbiu instantaneamente ao seu charme. Mas de todos aqueles que se apaixonaram pela cantora, apenas um conseguiu conquistá-la: este sortudo é um certo Enrico Monti, que Sabrina conheceu nos anos 90.
Desde então, Enrico Monti e Sabrina nunca mais se separaram. Eles se casaram em 2006 e juntos têm um filho, Luca, que odeia Meninos (amor de verão). Boas notícias: entre o empresário e a cantora, o amor continua presente, apesar das inúmeras ausências de Sabrina, como ela confidenciou com exclusividade a Tele-Lazer.
“Quando nos reencontramos ficamos muito felizes”: Sabrina conta sua história de amor com o marido, Enrico Monti
“É verdade que estou frequentemente no estrangeiro e passo menos de metade do ano em Itália, mas ele também trabalha muito”, explica-nos Sabrina. “Há momentos em que não nos vemos e outros em que conseguimos estar juntos o tempo todo. Faz realmente parte da nossa vida. Por outro lado, quando nos vemos novamente, ficamos muito felizes!”
Em suma, mesmo que ambos estejam muito ocupados com as respectivas atividades profissionais, Sabrina e o marido conseguem desmentir o ditado “longe da vista, longe do coração” e manter a chama e a paixão no relacionamento. E isso é bom, porque nas próximas semanas e meses, a cantora poderá passar muito tempo em França…
Na verdade, Sabrina gravou um novo título, Amor no Rioem dueto com Lia One, artista gerada por IA por uma equipe francesa. “Inicialmente a música se chamava Boys in Rio. Por isso pensaram em mim. Disseram para si mesmos que poderia ser interessante associar um cantor de verdade a um performer criado inteiramente por IA. É uma experiência real!”, conta.
Sabrina admite prontamente que “pensou muito” antes de aceitar a proposta. “Mesmo que haja coisas boas com a IA, ainda existem muitas incertezas. Não sabemos aonde isso nos levará, mas vejo isso de uma forma mais positiva”, explica o cantor italiano. E se essa fosse, em última análise, a chave para a felicidade, tanto no trabalho quanto no amor: o otimismo?