Sob o luz Branco de uma linha industrial inaugurada em junho de 2025, uma carcaça avança em sete estações sucessivas. Os operadores retiram sucessivamente as rodas, as portas, os painéis… enfim, tudo o que pode ser recuperado. Cada peça extraída é digitalizada, fotografada, traçada. O objetivo é transformar o que era um veículo acidentado ou em fim de vida em um estoque de peças e materiais matérias-primas de segunda mão.

O centro de desconstrução, operado pela GAIAuma subsidiária da The Future is NEUTRAL, tem como meta uma capacidade de 7.000 veículos em fim de vida (ELV) por ano. Em um setor automóvel confrontados com a escassez de recursos e a pressão Regulamentações europeias, tornam-se uma verdadeira mina urbana. Mais de 25 peças podem ser reaproveitadas em cada veículo e 14 materiais diferentes direcionados aos setores produtivos. reciclagem. Especialmente porque GAIA completa oecossistema de atividadeseconomia circular criado pelo The Future é NEUTRO na Refábrica de Flins.


O centro de desconstrução, operado pela GAIA © O Futuro é NEUTRO

O ferro-velho, versão industrial

A desconstrução de automóveis há muito é associada a ferros-velhos a céu aberto. Em Flins, local de produção de antigos Renaults, o cenário é bem diferente. Fluxos organizados, recepção 24 horas por dia, destruição administrativa automatizada, armazenamento otimizado, o centro foi projetado para industrializar o processo.

A questão vai além da simples avaliação. As peças extraídas abastecem um mercado crescente de reutilização, apoiado em particular por seguradoras e reparadores que agora privilegiam, sempre que possível, peças recondicionadas para reparação. O aumento do preço das matérias-primas e as tensões no fornecimento mudaram de facto a percepção das peças usadas.

Além dos ELVs, a GAIA também está interessada em ações obsoletas. Fim de série, superprodução, sucatas, peças levemente danificadas, tantas referências imobilizadas nos armazéns dos fabricantes e fabricantes de equipamentos. A empresa se oferece para recomprar esses lotes com base nos estoques fornecidos pelo cliente e cuida de todo o processo logístico. Lá rastreabilidade é garantida do início ao fim, com possibilidade de reposição sob demanda.

O centro de desconstrução Flins ELV. © O Futuro é NEUTRO

Reciclagem em circuito fechado: promessa técnica, desafio industrial

Em 2025, 3.200 toneladas de materiais automotivos foram recicladas pelo GAIA. O cobre vindo dos chicotes de cabos, o polipropileno escudos, alumínio capas das capas, bem como o metais platinóides recuperado nos conversores catalíticos… Quatorze materiais são usados. Um processo que permite evitar o uso de recursos virgens e garantir o seu abastecimento.

O princípio do circuito fechado consiste em reinjetar esses materiais reciclados na produção automobilística de acordo com as normas técnicas dos fabricantes. Este requisito pressupõe um controle preciso dos processos de classificação, despoluição e caracterização. Envolve também uma densa rede de parceiros, fabricantes, logísticos, centros de desmantelamento, recicladores especializados com os quais a GAIA estabeleceu parcerias.

A bateria, calcanhar de Aquiles e alavanca estratégica

A poucas dezenas de metros da linha de desconstrução, outra oficina chama a atenção: a de reparação de baterias de tração. Desde 2012, mais de 18 mil baterias foram reparadas aqui, incluindo 3 mil em 2025.


©INDRA

Em vez de substituir completamente a bateria, as equipes identificam os módulos defeituosos, substituem-nos e colocam o sistema novamente em circulação. Quando a bateria não for mais adequada para uso automotivo, ela poderá ser preparada para uma segunda vida em armazenamento estacionário antes da reciclagem.

Artigo escrito em parceria com The Future é NEUTRO

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