Uma memória agridoce. Na manhã desta quarta-feira, Thomas Isle apresentou uma nova edição da Cultura da mídia sobre a Europa 1. O apresentador convidou Max Boublil por ocasião da transmissão do seu documentário intitulado Max Boublil, o garoto eterno amanhã às 21h10. na Comédie +.

O ator e cantor de 46 anos relembrou os destaques de sua carreira, que ganhou destaque no final dos anos 2000 com suas canções humorísticas. É assim que percebemos e recrutamos em Grande Jornal. Ele se juntou ao programa para fazer esquetes seguindo o mesmo princípio no início do ano letivo de 2007.

Mas, sua estreia no set diante do público, dos colunistas Michel Denisot e Vanessa Paradis foi um “momento muito difícil”, como lembra Thomas Isle.

Max Boublil tenta uma abordagem humorística e musical contra Vanessa Paradis, mas o ator falha

O comediante fez “um lindo big four” ao vivo do Canal+ em um “momento [où] Foi um público muito bom.” Anunciado como “a surpresa” do show, Max Boublil canta sua nova música amor. “A maior convidada no momento é Vanessa Paradis, e eu faço a música e não funciona muito, e ela acha que sou um cantor meio esforçado”, ele confidencia.

A cantora levou esta representação ao pé da letra e quis “ser gentil” com Max Boublil, dizendo-lhe: “Ainda queria dizer que é muito corajoso que jovens artistas venham e façam músicas como essa”. Surpreso, o acrobata admite: “E aí, dizemos para nós mesmos que não deu certo mesmo”.

No topo da escada, Max Boublil não desmorona e consegue se recuperar graças à sua “juventude” e ao seu descuido geral. “Estou sempre um pouco inconsciente das coisas, as coisas escorregam um pouco em mim. Superamos isso”, garante o homem que, no entanto, se depara com outra falha no processo.

Max Boublil fala sobre sua breve participação em Grande Diário

“Depois oferecemos um magneto no Le Grand Journal que também não fez grande sucesso. A certa altura dissemos para nós mesmos: ‘Tudo bem, vamos recuar um pouco, só vamos fazer shows’”, explica hoje o ator que conseguiu se recuperar.

Max Boublil ainda não guardou seu violão. Teve “a ideia de outras músicas, de fazer muitos clipes e aí volta a funcionar mais forte do que nunca”, nota o homem que se distingue tanto no teatro como nas telas.

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