Nicolas Barré no set de “Grand Rendez-Vous”, no Europe 1, em Paris, 31 de março de 2024.

O apelo de Denis Olivennes a favor da candidatura de Nicolas Barré à direção editorial da Liberarsegunda-feira, 13 de abril, diante dos jornalistas diários, não foi suficiente. Segundo nossas informações, o ex-diretor editorial da Ecos anunciou aos jornalistas do diário, terça-feira, 14 de abril, ao final da manhã, que desiste de concorrer aos seus votos no âmbito da sucessão de Dov Alfon.

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Depois que o diretor editorial da Libé durante seis anos ensinou às suas tropas, quarta-feira, 8 de abril, que se preparava para priorizar a vida pessoal e a literatura, Denis Olivennes, presidente da empresa proprietária do diário, tinha a esperança de colocar no comando este jornalista especializado em economia e assuntos internacionais.

O nome de Nicolas Barré, associado a Ecos (mas também, em menor grau, Fígaro), provocou imediatamente um movimento de retirada. Diante do que lhes parecia “uma provocação”a equipe editorial temia o desejo de reorientar uma linha editorial historicamente ancorada na esquerda.

Identidade forte

Durante uma primeira assembleia geral, sexta-feira ao meio-dia, nenhuma voz se levantou para afirmar que aprovaria a candidatura de Nicolas Barré. Com base nesta observação, o representante de Daniel Kretinsky (o bilionário à frente do grupo CMI acaba de reinjectar 17 milhões de euros no diário deficitário) comprometeu-se a explicar-se as razões da sua escolha.

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