Ele nunca tinha se candidatado antes das eleições presidenciais de domingo, 12 de abril. Aos 49 anos, após apenas um turno de votação, Romuald Wadagni foi eleito chefe de estado no Benin com 94,05% dos votos. Seu único adversário, Paul Hounkpè, considerado um adversário moderado, recebeu apenas 5,95%. votos. A participação foi de 58,75% segundo a comissão eleitoral nacional independente (Cena).
Não houve dúvidas sobre esta vitória esmagadora: endossada pelo chefe de estado cessante, Patrice Talon, apoiada pelos dois partidos da maioria presidencial, a Renovação da União Progressista (UP-R) e o Bloco Republicano (BR), que conquistou todos os assentos na Assembleia Nacional durante as eleições legislativas de 11 de Janeiro, o Sr. Os Democratas, o principal partido da oposição, não puderam apresentar nenhum devido à falta de patrocínio suficiente e anunciaram que não apoiariam ninguém.
Este último, designado herdeiro de Patrice Talon, que lhe entregará o poder depois de ter cumprido os seus dois mandatos regulamentares, obteve geralmente consenso no seu campo – e mesmo fora dele, ostentando, por exemplo, boas relações com Thomas Boni Yayi, ex-presidente (2006-2016) e figura tutelar da oposição ao Sr.
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