Nicolas Barré no set do Cnews, em março de 2024.

Era necessário acalmar as coisas. Dois dias depois de anunciar à redação do Liberar que o seu diretor durante seis anos desistiu do avental e, poucas horas depois, que o seu esperado sucessor apresentaria o seu projeto editorial na segunda-feira, 13 de março, Denis Olivennes, o presidente da empresa SAS Presse independente, proprietária do diário, resolveu, na sexta-feira, 10 de abril, desacelerar o processo.

É ele quem, no final do fim de semana, se apresentará perante a equipa para explicar porque, em substituição de Dov Alfon, pretende confiar a gestão da redação a Nicolas Barré. É preciso dizer que a assembleia geral que se realizou ao meio-dia de sexta-feira não deixou dúvidas sobre a vontade dos jornalistas de exercerem o seu direito de veto contra esta candidatura. “No final da Assembleia Geral, não víamos como uma votação não poderia deixar de humilhar Nicolas Barré”resume um editor que não deseja ser citado.

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