“Complexo”, “mal projetado”, “ilegível” até “incompreensível” : no seio da comunidade universitária, não faltam palavras para descrever uma reforma mal amada, a do ingresso nos estudos de saúde, implementada em 2020. Segundo a Conferência dos Reitores de Medicina, não atingiu os seus objetivos e ficou atolada em sistemas demasiado ambiciosos em relação aos recursos que lhe foram destinados. Em dezembro de 2024, o próprio Tribunal de Contas destacou a“irresponsabilidade” ministérios sectoriais – saúde e ensino superior.
No final de 2025, foram montados grupos de trabalho e, seis meses depois, em 1er Em Abril, o Ministério do Ensino Superior apresentou aos reitores a nova versão da reforma que gostaria de ver aplicada a partir do início do ano letivo de 2027, o que está a causar preocupação. Desenhar novos cursos, garantir que dispõe dos recursos humanos necessários e ter este novo sistema adotado pelas autoridades universitárias para que a nova formação possa aparecer no catálogo do Parcoursup a partir de novembro de 2026 tem tudo para ser uma corrida contra o tempo.
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