Gaëtan Bruel, presidente do Centro Nacional de Cinema e Imagens Animadas (CNC), durante a 7ª edição da cerimónia Pégases, que premia os videojogos, em La Cigale, em Paris, 5 de março de 2026.

O Centro Nacional de Cinema e Imagens Animadas (CNC) apresentaria a nova fórmula do seu “fundo de apoio à criação em plataformas sociais”, quarta-feira, 8 de abril, no Festival Frames de Avignon, dedicado à criação de conteúdos online. Mas enquanto discursava numa das salas do Palais des Papes, Pauline Augrain, diretora digital do CNC, leu pela primeira vez um comunicado de imprensa do seu presidente, Gaëtan Bruel.

Enfrentando “um nível de agressividade sem precedentes, inclusive na forma de ameaças contra membros desta comissão e agentes do CNC”ele tem verão decidiu “suspender [les] funciona [de la commission d’attribution du fonds] até novo aviso ». Era para distribuir 3 milhões de euros por ano, contra 2 milhões na versão antiga, a influenciadores e cinegrafistas que publicam em redes sociais e plataformas como o YouTube.

Há duas semanas que o fundo sofre uma onda de ataques, nomeadamente nas redes sociais, ao funcionamento da sua comissão. “Uma polémica, que põe em causa determinados projectos apoiados pelo antigo fundo “CNC Talent” revogado em Junho de 2025 e negligenciando um certo número de factos, tem continuado a crescer de intensidade nas redes sociais e em determinados meios de comunicação social”explica Gaëtan Bruel em seu comunicado de imprensa. Ele evoca ameaças contra membros da comissão e funcionários do CNC.

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