Uma manifestação contra a proposta de lei Yadan, em homenagem a Caroline Yadan, deputada pelo 8º círculo eleitoral de franceses que vivem no exterior, em Les Invalides, em Paris, em 20 de janeiro de 2026.

Poucos meses depois da petição contra a lei Duplomb, um novo fórum acaba de ultrapassar esta terça-feira, 7 de abril, a marca das 500 mil assinaturas no site da Assembleia Nacional. Desta vez, opõe-se ao projeto de lei (PPL) “visando combater formas renovadas de anti-semitismo”apoiado pela deputada macronista para os franceses no exterior (Itália, Grécia, Turquia, Israel, Chipre, Malta e Palestina), Caroline Yadan. O texto, que suscita fortes reservas no Palais-Bourbon, pretende responder à explosão de atos antissemitas em França desde os ataques de 7 de outubro de 2023 orquestrados pelo Hamas contra Israel, sancionando em particular o antissemitismo escondido atrás do antissionismo, segundo os seus defensores.

De forma inédita, esta mobilização cidadã surge ainda antes da apreciação do PPL no Hemiciclo, marcada para os dias 16 e 17 de abril. Se o limiar das 500 mil assinaturas abre a possibilidade de um debate em sessão sobre o texto da petição, possibilidade que deverá ser decidida na conferência de presidentes da próxima semana, o sucesso desta mobilização enfraquece sobretudo ainda mais uma cópia promovida pelo governo, mas fonte de divisões, sobretudo num bloco central nem sempre confortável com o seu conteúdo.

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