Será que o Real Madrid, habituado às reviravoltas mais complexas da Liga dos Campeões, conseguirá libertar-se daquela que nasceu da derrota frente ao Bayern Munique (1-2), terça-feira, 7 de abril? Em casa, no seu estádio Santiago-Bernabéu, o clube da capital espanhola sabe dar a volta por cima quando ali acontecem os maiores jogos das competições europeias. Mas fora de casa, contra um adversário com plena confiança, recuperar desta desvantagem parece muito mais difícil.
No entanto, os adeptos madridistas acreditaram, nos últimos quinze minutos desta primeira mão dos quartos-de-final da Liga dos Campeões, que os seus jogadores eram capazes de regressar à igualdade depois de Kylian Mbappé reduzir o marcador (74º). Em vão. Ao final desta primeira rodada e antes da segunda em seu covil na Allianz Arena, quarta-feira, 15 de abril, o Bayern de Munique está a meio caminho de retornar às semifinais da Liga dos Campeões.
A última vez que lá subiu, na primavera de 2024, sofreu toda a força da irracionalidade que certas noites europeias no Bernabéu podem oferecer: a seleção alemã afundou e perdeu a final da competição, lançada para o fundo num turbilhão de loucura provocado pela improvável dobradinha do suplente Joselu nos últimos minutos da partida. De forma mais geral, o Real não teve muito sucesso frente aos bávaros nos últimos anos, uma vez que não os vence desde 2012 e há nove jogos consecutivos.
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