Olivier Rioult (centro), prefeito do RN dos 11º e 12º arrondissements de Marselha, cercado por Franck Allisio e Eléonore Bez, no dia de sua eleição, 5 de abril de 2026.

Um lindo fim de semana ensolarado de Páscoa. Espectadores e autoridades eleitas em sua melhor roupa de domingo. E dois conselhos municipais para a posse de prefeitos no Rally Nacional (RN) dos 5e e 6e zonas de Marselha que decorrem num ambiente tranquilo. Estávamos muito longe, domingo, 5 de abril, das violentas convulsões que, em 2014, acompanharam as eleições, no 7ºe setor, do prefeito da Frente Nacional (antigo nome do RN) Stéphane Ravier. Na altura, foi a primeira vez para a extrema-direita em Marselha.

Doze anos depois, o RN assumiu o controle, gentilmente, de dois dos oito setores da cidade. Ou seja, quatro distritos (9e10e11e e 12e) representando mais de 250.000 habitantes e todos os bairros orientais da cidade de Marselha. Eléonore Bez, 49 anos, vereadora regional e metropolitana, foi empossada prefeita de 5e setor. Olivier Rioult, 41 anos, colaborador parlamentar, foi eleito no 6ºe setor. Duas eleições decididas antecipadamente, marcadas oito dias depois da eleição de Benoît Payan (vários à esquerda) para a Câmara Municipal central e em paralelo com as dos outros seis conselhos distritais, todas vencidas pelo sindicato da esquerda, Printemps Marseille.

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