Foi muito mais que uma série musical, um verdadeiro fenômeno cultural que redefiniu os códigos da televisão com audácia, emoção e inclusão: chamamos de “Glee”, o exuberante, o comprometido, o audacioso.
Quando Will Schuester (Matthew Morrison), professor de espanhol na McKinley High School, decide assumir o clube de canto do estabelecimento, abandonado por seu ex-líder, ele espera revitalizá-lo. Este novo desafio revive seus sonhos juvenis, ao mesmo tempo que desperta o ciúme de sua esposa e de Sue Sylvester (Jane Lynch), a treinadora das líderes de torcida, que tenta sabotar o coral.
Determinado e apaixonado, Will coloca toda a sua energia na formação de um novo grupo formado por alunos com perfis muito variados: jogadores de futebol, intelectuais, líderes de torcida e até desajustados. Apesar de suas diferenças, esses estudantes do ensino médio terão que aprender a colaborar para devolver ao “Glee Club” a fama que já teve. Se pretendem fazer do seu coral o melhor da região, também têm que enfrentar muitos problemas adolescentes, típicos e recorrentes, mas também novos e importantes.
Glee, a série cult premiada com 6 prêmios Emmy e 4 Globos de Ouro, foi criada em 2009 na Fox, graças ao trio criativo Ryan Murphy, Ian Brennan e Brad Falchuk. Desde o seu início atraiu um vasto público com o seu tom decididamente musical e a sua encenação refrescante. Originais e inovadores, os fãs ficam rapidamente fascinados pelas aventuras adolescentes de Rachel, Finn, Quinn, Kurt, Mercedes, Artie, Santana, Tina, Puck, Brittany e Mike – para começar.
Alegriaé de fato a história cheia de reviravoltas desse grupo de desajustados ambiciosos e cativantes, prontos para enfrentar qualquer desafio pela salvação de seu querido Glee Club. Levada por um sopro de otimismo e perseverança, a série acompanha sua busca por reconhecimento, pontuada por rivalidades, amizades improváveis, dramas pessoais, mas também momentos de graça musical.
RAPOSA
Série de mente aberta, Alegria também se destaca pelo seu comprometimento. Aplaudida pelos temas que ousou abordar, pelos irados, muitas vezes considerados tabus ou polémicos, e pelas personagens díspares que representava no ecrã, viu-se como uma série profundamente inclusiva, capaz de quebrar códigos e falar em voz alta sobre temas muitas vezes ausentes da grande televisão: bullying escolar, deficiência, perturbações mentais, identidade de género, orientação sexual, homofobia, racismo… Aqui nada é diluído, tudo é assumido. Cada episódio espelha questões atuais, abordadas com uma sensibilidade e audácia que contribuíram para tornar Alegria muito mais que uma simples série para adolescentes.
RAPOSA
Mas o que realmente fez seu sucesso lendário foram suas performances musicais espetaculares. Em cada episódio, o espectador descobre capas reinventadas de grandes clássicos ou sucessos contemporâneos, habilmente integradas à narrativa. Estes números, ao mesmo tempo coreografados e carregados de emoção, tornaram-se emblemáticos, tal como os numerosos convidados de prestígio que vieram enriquecer o universo da série.
A meio caminho entre a comédia, a sátira e o drama musical, Alegria consolidou-se como uma obra pioneira, ousada e profundamente humana, que deixou uma marca duradoura em uma geração em busca de representação, escuta e sonhos.
Alegriacriado por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan, com Lea Michele, Jane Lynch, Matthew Morrison, Cory Monteith…
6 temporadas disponíveis no Disney+.