Primeiro Ministro, Sébastien Lecornu, na Assembleia Nacional, em Paris, 24 de março de 2026.

Acima de tudo, dar aos franceses a imagem de um governo em acção, apesar da sua impotência. Na ausência de Emmanuel Macron, em viagem oficial ao Japão e à Coreia do Sul, de 31 de março a 3 de abril, Sébastien Lecornu reúne os ministros em Matignon, quarta-feira, 1er April, pela quarta vez desde a sua nomeação. A oportunidade de planear a actividade governativa para os próximos meses, antes da pré-campanha presidencial, a partir do início do ano lectivo, em Setembro, engole as notícias.

Até lá, o inquilino de Matignon pensa que pode trazer vários “arquivos”na segurança quotidiana, na organização do sistema judicial, na descentralização, nas normas ou na habitação. Numa carta aos autarcas, dirigida aos eleitos em 23 de março, promete manter o método que lhe permite continuar desde setembro de 2025: “Nem passagem à força, nem imobilidade. »

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