A emoção de Alexis Pinturault foi intensa, terça-feira, 24 de março, na cabana de largada do slalom gigante em Hafjell (Noruega). Depois de dezessete anos no mais alto nível, o bicampeão mundial do combinado alpino calçou pela última vez os esquis, concentrou-se e traçou as curvas finais entre os portões do Olympiabakken, pista que recebe as finais da Copa do Mundo, não muito longe de Lillehammer.
Nas terras da Noruega, país de sua mãe, “Pintu” acendeu verde para seu “der”. Passados todos os competidores, ao final da segunda volta, o francês finalmente fez o décimo primeiro tempo em prova vencida, para constar, pelo brasileiro Lucas Pinheiro Braathen, recente campeão olímpico em Milão-Cortina d’Ampezzo (Itália), que na mesma época conquistou o pequeno globo da especialidade.
Alexis Pinturault anunciou a sua retirada do circuito há dez dias, no seu resort em Courchevel (Savoie), pondo fim a vários meses de especulações sobre o fim da sua carreira desportiva. Sua não seleção para os Jogos Olímpicos (GO) de Milão-Cortina, em fevereiro, frustrou suas esperanças de competir nos Jogos Olímpicos pelo retorno aos Alpes em 2030.
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