O Senado, em Paris, 20 de janeiro de 2026.

As eleições municipais mal deram o seu veredicto quando outras eleições já estão no horizonte. Em setembro de 2026, as eleições para o Senado renovarão metade dos 348 assentos do Palácio do Luxemburgo. Se, à data dos resultados de domingo à noite, muitos já olhavam para as eleições presidenciais de 2027, estas eleições intermédias também prometem a sua quota-parte de desafios, entre uma maioria senatorial que poderá ser abalada, futuros complexos jogos de aliança à esquerda e a provável chegada de um grupo da União Nacional (RN) pela primeira vez ao Senado.

As duas eleições estão intrinsecamente ligadas. Na verdade, os parlamentares são escolhidos por círculo eleitoral (equivalente a um departamento) por sufrágio indireto dos eleitores, 95% dos quais são vereadores que acabaram de ser eleitos ou reeleitos. Estes deputados locais serão responsáveis ​​por designar, a partir de setembro, os 178 senadores da “série 2”, eleitos em 2020, em 64 círculos eleitorais, antes de fazer o mesmo para o resto do Senado em 2029.

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