Friedrich Merz, chanceler alemão, Giorgia Meloni, primeiro-ministro italiano, e Bart De Wever, primeiro-ministro belga, na cimeira da União Europeia em Bruxelas, 19 de março de 2026.

Numa carta dirigida à Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o Primeiro-Ministro belga Bart De Wever apela a uma reacção firme à China, que ele acredita ser, “devastando nossa economia”. Segundo o líder nacionalista flamengo, a União Europeia (UE) deve agora mudar a sua estratégia e dar uma resposta mais firme à concorrência, “desleal”, ele disse, exercido por Pequim.

Na sua carta, cujo conteúdo foi revelado na sexta-feira, 20 de março, pelos jornais diários belgas de língua holandesa, o Sr. De Wever julga “obsoleto” o actual quadro europeu, que apresenta a China como um rival sistémico e um concorrente económico, mas também como um parceiro. “É hora de chamar as coisas pelo que elas são.”acredita o chefe do governo belga, denunciando o facto de a China continuar a exportar baratas em sectores estratégicos, como o químico, o farmacêutico e a transição ecológica. “Os números dos primeiros meses de 2026 são surpreendentes”escreve De Wever, que menciona aumentos de 20% no espaço de um ano.

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