
No episódio de O amanhã pertence a nós transmitido nesta sexta-feira, 20 de março de 2026, um novo personagem aparece nos últimos minutos. É Prune, uma jovem interpretada por Enola Righi (Imagem: Divulgação)Vida mais linda, Os desaparecidos da estação).
Nesta sexta-feira, 20 de março de 2026 em O amanhã pertence a nós no TF1, no final do episódio, enquanto arruma sua cafeteria em Les Halles no final do dia, Romain (Benjamin Baffie) se surpreende ao ver uma jovem chegar toda sorridente. Ele diz a ela: “Estou tão feliz em ver você!” Ela responde: “Eu queria fazer uma surpresa para você”. Mas quem é ela?
Este novo protagonista é, em qualquer caso, interpretado por Enola Righiconhecida do público em geral desde seu papel em Vida mais linda. Mas qual é o elo que une o caráter de romano e aquele de Ameixa ? “Ameixa é irmã de Océane. Ela morou no exterior e lá vem ela pegar suas coisas e ver romano que permanecerá para sempre seu cunhado”, confidenciou a atriz ao Estrela de televisão.
Enola Righi (O amanhã pertence a nós) confidencia ao seu personagem: “Prune e Romain têm uma relação muito forte”
Nesta entrevista, Enola Righi fez revelações sobre sua personagem, uma “mulher ferida e terna”, em O amanhã pertence a nósque verá o retorno de Samira Lachhab: “Ameixa E romano temos uma relação muito forte, um vínculo real que foi consolidado através de provações passadas. Ambos estão ligados pela morte de Océane. romano é o único a entendê-lo e vice-versa.”
E a atriz continuou: “Ameixa está inteiro. Ela gosta de cuidar das pessoas. Ela é uma garota muito legal, mas também não é monolítica… Ela vive tudo intensamente. (…) Acho ela comovente nessa provação de luto que ela está passando. Todos nós enfrentamos isso um dia ou outro. Gostei de contar, através desse personagem, toda a complexidade desse momento difícil.”
Poderia Enola Righi retornar Vida mais linda ?
Ainda na mesma entrevista, a questão de um possível retorno doEnola Righitambém conhecido como Antoine, um jovem transgênero, em Vida mais linda : “Acho que na época contamos tudo o que podíamos sobre esse personagem. Não pude ir mais longe. Mas saí satisfeito porque o assunto da transidentidade foi bem abordado.”