As técnicas de lavagem seguem os contornos dos desenvolvimentos legislativos, das inovações tecnológicas e das práticas no comércio internacional. Mas baseiam-se sempre no mesmo ciclo preliminar: recolha de dinheiro, “bancário” dos fundos, integrando-os nas contas de empresas cúmplices, e depois reinjecção na economia legal. Várias notas recentes de serviços policiais e aduaneiros especializados, que O mundo pude consultar e detalhar alguns dos métodos de funcionamento mais comuns das redes criminosas.

Lavagem de dinheiro local

A tendência de criar ou operar pequenas empresas para lavagem de dinheiro “está crescendo em todo o território”indica uma nota do serviço de informação financeira, inteligência e análise estratégica sobre o crime organizado (Sirasco), datada de 8 de outubro de 2025, “particularmente nos bairros da classe trabalhadora e cada vez mais nas cidades pequenas e médias”.

Ao alcance de redes criminosas de baixo e médio espectro, esta técnica assenta na gestão de negócios com forte dimensão comunitária: pontos de retransmissão de encomendas para gestores do subcontinente indiano, lojas de kebab e barbearias para redes geridas por indivíduos com laços familiares ao Magrebe, salões de cabeleireiro ou mercearias de produtos exóticos para pessoas da África Subsaariana.

Classicamente, os fundos ilícitos são injectados no volume de negócios através de pagamentos em dinheiro, uma técnica facilmente detectável, mas que exige um trabalho minucioso e mobiliza os investigadores durante muitos meses para obter resultados por vezes decepcionantes.

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