Quais são os impactos das medidas que reduzem o défice previdenciário? É sobre esta delicada questão que o Conselho de Orientação para a Aposentadoria (COR) deverá trabalhar na quinta-feira, 19 de março, no âmbito de uma “grupo de trabalho”. Nesta ocasião, novos números, que O mundo pude consultar, são objecto de reflexão colectiva, com o apoio dos serviços do Estado e de dois centros de investigação. Eles mostram que dos quatro “alavancas” revisado, apenas um deles gera “um efeito expansionista”, isto é, benéfico para o crescimento: aumentar a idade legal de partida. Uma observação que poderá provocar acaloradas discussões no seio da instituição presidida pelo economista Gilbert Cet e onde – entre outros – têm assento os sindicatos.
A reunião de quinta-feira pretende explorar o tema, com vista a “sessão plenária” do COR que está marcada para 26 de março. Diversas notas, cujo conteúdo poderá sofrer pequenas alterações, já foram enviadas aos membros do grupo de trabalho. Eles descrevem as consequências de “principal” disposições “provável garantir o equilíbrio financeiro” do nosso sistema de repartição: abrandar a progressão das pensões, aumentar as contribuições dos trabalhadores, aumentar as contribuições dos empregadores, adiar a idade de elegibilidade.
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