Painéis solares no telhado de uma casa em Montmélian, Sabóia, em setembro de 2018.

Sem comentar as grandes orientações energéticas do país, que podem ser alvo de acirrados debates, o Tribunal de Contas analisou os sistemas públicos de apoio às energias renováveis. O seu relatório, divulgado na noite de terça-feira, 17 de março, entre as duas voltas das eleições autárquicas, não deixará de alimentar as críticas dirigidas a estas fontes de energia: segundo o Tribunal, o “impactos” deste apoio às finanças públicas são “significativo, mas difícil de prever”e os sistemas em vigor “deve ser melhor monitorado, controlado e controlado”. O relatório aponta em particular para “casos comprovados” remuneração excessiva e efeitos inesperados de que beneficiaram os produtores de eletricidade renovável, em especial a energia solar e eólica, mas também os produtores de gás renovável.

O documento de 112 páginas concentra-se em “Taxas de serviço público de energia”isto é, nos preços de compra garantidos pelo Estado, bem como na remuneração adicional paga, face a um preço de referência, na sequência de flutuações nos mercados grossistas.

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