No entanto, ela tinha um talento especial para livros. Mas ao passar, aos 18 anos, com nota 6/20 no teste de filosofia do bacharelado, Louise (o primeiro nome foi alterado a seu pedido) teve que traçar um limite em seus sonhos de cursar o ensino superior. Uma vida ativa é dela! Depois de trinta e cinco anos no ramo de exportação, ela foi declarada incapacitada. A oportunidade de satisfazer o seu gosto pela aprendizagem.

Depois de fazer cursos de história e história da arte como ouvinte livre na Universidade de Paris-I-Panthéon-Sorbonne, ela lançará no outono de 2025, aos 63 anos, num diploma de acesso aos estudos universitários (DAEU). Acessível apenas na formação continuada, este curso – de 250 horas a 387,5 horas, dependendo das opções – oferece a possibilidade, após um curso de atualização, de prosseguir no ensino superior. “Meu fracasso no bacharelado me causou uma lesão narcísica que me prendeu a um complexo de inferioridade”confidencia Luísa. Esta formação, que custa 1.050 euros sem a ajuda de 1.000 euros da região de Ile-de-France, permite que ela reaprenda a pensar e recupere a autoconfiança.

Em Paris-I, para o ano letivo 2024-2025, o número de seniores aumentou para 105, quase o dobro em comparação com 2022-2023. No mesmo período, na Universidade Bordeaux-Montaigne, havia 161 pessoas com mais de 50 anos, em comparação com 123 três anos antes. A progressão é comparável à da Universidade Grenoble-Alpes – de 509 estagiários seniores há quatro anos para 643 este ano.

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