Mioh in Brains (Loire-Atlantique), em novembro de 2025.

Como aprender a amar a si mesmo e a amar, romanticamente, na família, na amizade, apesar da vulnerabilidade, da vergonha ou da dependência? Esta pergunta informará, na sexta-feira, 27 de março, a grande assembleia intitulada “Como nos amamos quando estamos indo mal?” » do festival Nos Futures, sexta-feira, 27 de março, com Taous Merakchi, Fouzia Taouzari, François Mallet e a jovem cantora de Nantes Marie Coulomnier, também conhecida como Mioh, cujo segundo álbum será lançado no dia 24 de abril.

Em seu novo EP, a música “Me Too” abre com uma anáfora: “Por que eu machuco…” Você tem 24 anos e, pela primeira vez, escreve sobre as agressões sexuais que sofreu na infância. O que aconteceu?

Durante vários anos, entre aproximadamente 7 e 14 anos, sofri violência sexual e fui submetido a comportamentos inadequados por parte de um parente próximo da minha família. Tudo começou com o toque quando eu tinha entre 7 e 9 anos. Aí esses gestos cessaram, mas ainda havia olhares e atitudes inadequadas. Mais tarde, ele começou a me fotografar ou filmar sem meu conhecimento, por exemplo no banheiro.

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