Marine Tondelier, secretária nacional do partido Les Ecologistes, nas instalações da BFM-TV, em Paris, 15 de março de 2026.

A onda verde já não existe realmente, seis anos depois da onda ambientalista nas eleições municipais de 2020. Lyon, Estrasburgo, Bordéus, Tours, Besançon, Annecy e Grenoble… desta vez, os candidatos verdes encontram-se ora no topo do pódio por uma curta vantagem, ora numa posição muito má para a segunda volta. As eleições de domingo, 15 de março, põem em causa o papel do partido de esquerda, preso no meio do duelo fratricida entre o Partido Socialista (PS) e La France Insoumise (LFI).

A sombra na imagem verde surge primeiro em Estrasburgo. Os habitantes da capital do Grande Leste sancionaram fortemente a vereadora Jeanne Barseghian, que esteve em dificuldades durante toda a campanha. Em terceiro lugar (19,72%), atrás do candidato do Les Républicains (LR), Jean-Philippe Vetter, ela vê sua ex-rival socialista Catherine Trautmann, ex-prefeita da cidade na década de 1990, ficar em primeiro lugar (25,93%). Apesar deste forte revés, o eleito cessante deverá permanecer na segunda volta, conforme relatado por diversas fontes da liderança nacional dos Ecologistas. “Não há razão para desistir”confirma a número dois do partido, Aïssa Ghalmi.

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