A candidata do Rally Nacional de Toulon, Laure Lavalette, 15 de março de 2026.

Consolidados prefeitos cessantes, objetivos de conquista já disparados e votação incerta nas metrópoles do Sul: o primeiro turno das eleições municipais, domingo, 15 de março, deu razão aos executivos do União Nacional (RN) que alertaram contra qualquer triunfalismo.

Ao pedir uma barreira às listas de esquerda na segunda volta, o presidente do partido de extrema-direita, Jordan Bardella, rompeu com a posição histórica de um movimento que teve o cuidado de nunca se posicionar no espectro político. No entanto, confirmou a manutenção das suas listas em todas as cidades, incluindo aquelas onde La France insoumise (LFI) aparece em condições de se impor, como Roubaix (Norte) ou Limoges.

A reeleição de Louis Aliot em Perpignan, única cidade com mais de 100 mil habitantes mantida pelo RN, permitiu a Jordan Bardella anunciar um sucesso retumbante assim que falou, às 20h05, na Câmara Municipal de Beaucaire (Gard). Nelson Chaudon foi reeleito lá no domingo, assim como todos os prefeitos lepénistas das pequenas cidades, com exceção de Villers-Cotterêts (Aisne), onde a candidata do RN, Gaëlle Lefèvre, alcançou 40,09%.

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